Durante a operação, roupas, medicamentos, produtos de higiene, sapatos e outros pertences foram confiscados e descartados. Algumas prisioneiras também foram colocadas em isolamento, inclusive uma em condições precárias de saúde, enquanto há relatos de disseminação de sarna e falta de atendimento médico adequado.
A organização denunciou a repetição dessas operações como grave violação da dignidade e dos direitos das prisioneiras e pediu a intervenção urgente de organismos internacionais e entidades de direitos humanos para garantir assistência médica, condições básicas e responsabilização pelos abusos.
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